segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Idiotice semanal

O Tuli e o Quickie na Marmelada!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Parvoíce do dia

Eu vi um sapo
E quatro cães
Estavam a brincar
Com um Magalhães

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Leitura Obrigatória

"Um dia, talvez, aprenderemos a controlar os nossos apetites, ou os nossos índices de reprodução. Mas suponhamos que, antes disso, algo improvávelo faz por nós. Em apenas algumas décadas, sem mais cloretos e brometos a escaparem-se para o ar, a camada de ozono reconstituir-se-á e os níveis de ultravioleta diminuem. Dentro de alguns séculos, quando a maior parte do nosso excesso de CO2 industrial se tiver dissipado, a temperatura da atmosfera e das águas diminuirá. Os metais pesados e as toxinas dissolver-se-ão e serão gradualmente expelidos do sistema. Depois de os PCB e de as fibras plásticas se terem reciclado milhares ou milhões de vezes, tudo o que seja realmente intratável acabará sepultado, para um dia se metamorfosear ou sumir no manto do planeta.
Muito antes disso - em muito menos tempo do que o que levámos a esgotar o bacalhau e os pombos-passageiros - todas as barragens da terra irão deteriorar-se e ruir. Os rios irão de novo transportar nutrientes para o mar, onde a maioria da vida continuará a existir, como existia antes de nós, os vertebrados, nos termos arrastado para as praias.

Acabaremos por tentar fazê-lo de novo. O nosso mundo recomeçará."


Alguns poderão dizer que a pior coisa que já apareceu na Terra foi o Homem. Outros dirão que o mundo não seria o mesmo se nunca tivéssemos evoluído ou se, em vez de nós, outra espécie tivesse evoluído de outra forma. Pessoalmente, acho que fizemos muita coisa boa, impossível de imaginar. Mas também fizemos muita porcaria e acabámos (e continuamos) por dar cabo na nossa única "casa".

Neste livro, Alan Weisman retrata de uma forma impressionante como poderia ser o nosso planeta se desaparecêssemos de repente. Não interessa como, bastava que acontecesse de um segundo para o outro. Quais das nossas construções ficariam para a Eternidade e quais desapareceriam, o que aconteceria aos animais e às plantas que domesticámos, às nossas obras de arte e às nossas invenções mais "fantásticas", desde o eterno e quase inofensivo plástico ao ainda mais eterno e infinitamente mais perigoso lixo nuclear.

Se, por um lado, a Natureza tem a sua própria forma de seleccionar as espécies durante a sua evolução, nós viemos desestabilizar essa selecção e fomos a causa da extinção de muita da flora e fauna, seja pela caça desmesurada, seja por consequência indirecta dos nossos actos. Ainda há muito por descobrir, muito por inventar, muito para estragar e ainda mais para recuperar, pelo que quanto mais tarde começarmos mais complicado será para as futuras gerações voltar a ver (ou a ter uma ideia) de como o planeta era antes de termos iniciado a nossa demanda pelos seus recursos e a abusar do que tinha para nos dar. Mas se lhe conseguíssemos parar de abusar dos recursos e lhe déssemos tempo, a Natureza recuperaria da nossa destruição...

O que é certo é que a Terra vive bem sem nós. Mas nós precisamos dela para sobreviver. E, tendo em conta que este é o único planeta que temos, devíamos cuidá-lo melhor. Será que ainda vamos a tempo?


Crédito: El Mundo/Expresso Magazine. Ilustração de Ken Brown

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Weekend

Neste fim-de-semana, por entre as sombras que nos unem, os doces amores, as boas comidas, as belas paisagens e momentos a dois, ficaram os mimos, as carícias, as rotinas e os sonhos que nos acompanham dia a dia...

...boa semana de trabalho...

...amo-te...