Ontem ouvia-se uma entrevista (parte dela, para ser honesto) sobre os perigos dos sites de relações pessoais e de como a informação aí publicada facilmente passa a ser do domínio público, estando disponível para qualquer um. Claro que do estar disponível até se poder fazer com isso o que se bem entender vai uma grande distância, mas esse é um risco que se corre. Cabe, assim, a cada um de nós cuidar da informação disponibilizada, seja sob a forma de texto, imagem ou qualquer outro suporte multimédia.
Isto, claro está, não está só dependente de nós. Por vezes, o simples facto de partilharmos uma imagem com alguém que conhecemos pode, à velocidade de um boato, ir parar às mãos de quem não queremos. E, com isso, vai-se a segurança toda ao ar. Não quero com isto dizer que não devemos confiar em ninguém, obviamente, nem que a net é o demónio encarnado virtualmente (isto é um bocado antagónico), mas todo o cuidado é pouco.
Até porque se encontra de tudo na net. Se no Google só não se encontra o que não se quer, no resto da internet há o que menos se espera. E, a propósito disso, vem esta tira, encontrada neste site...
Isto, claro está, não está só dependente de nós. Por vezes, o simples facto de partilharmos uma imagem com alguém que conhecemos pode, à velocidade de um boato, ir parar às mãos de quem não queremos. E, com isso, vai-se a segurança toda ao ar. Não quero com isto dizer que não devemos confiar em ninguém, obviamente, nem que a net é o demónio encarnado virtualmente (isto é um bocado antagónico), mas todo o cuidado é pouco.
Até porque se encontra de tudo na net. Se no Google só não se encontra o que não se quer, no resto da internet há o que menos se espera. E, a propósito disso, vem esta tira, encontrada neste site...

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